Setor de cloro-álcalis reduz em 81% acidentes com transporte de produtos químicos

Em 2020, as ocorrências envolvendo caminhões que transportam produtos da indústria de cloro-álcalis diminuíram 81% desde o início da série histórica, em 2005, mostra levantamento realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Álcalis, Cloro e Derivados (Abiclor) . O índice de acidentes a cada 10 mil viagens ficou em 0,22% no ano passado, ante 0,24% em 2019.

Há 15 anos, quando o levantamento começou a ser feito usando essa metodologia, esse índice era superior a 1%. Desde então, a indústria de cloro-álcalis tem aprimorado cada vez mais seus processos de gestão desde o transporte até a entrega no destinatário, a fim de minimizar riscos no transporte de produtos químicos. As empresas associadas à Abiclor investem massivamente em conscientização e treinamento de colaboradores para garantir a segurança no transporte.

“A meta de todos os segmentos envolvidos na produção, distribuição, transporte e usuários de seus produtos é chegar ao indicador zero”, afirma Nelson Felipe, da Abiclor.

Ele destaca que o índice de 0,22% atingido em 2020 é resultado do trabalho de prevenção de acidentes desenvolvido pelas empresas, nas etapas de treinamento, capacitação e conscientização dos motoristas, além de investimentos em tecnologia através de rotogramas falados e sistema de rastreamento eficiente, além de manter uma frota com idade média bem reduzida. “A segurança preventiva é fundamental no transporte dos produtos do segmento cloro-álcalis”, afirma Felipe.

Para reduzir o número de acidentes com produtos químicos, a regulamentação brasileira sobre o transporte de produtos perigosos em rodovias é baseada nas recomendações do Comitê de Peritos em Transporte de Produtos Perigosos das Nações Unidas. Agentes da indústria contribuem com os órgãos públicos para aprimorar e adaptar essas recomendações à realidade nacional.

Em 2020, as ocorrências envolvendo caminhões que transportam produtos da indústria de cloro-álcalis diminuíram 81% desde o início da série histórica, em 2005, mostra levantamento realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Álcalis, Cloro e Derivados (Abiclor) . O índice de acidentes a cada 10 mil viagens ficou em 0,22% no ano passado, ante 0,24% em 2019.

Há 15 anos, quando o levantamento começou a ser feito usando essa metodologia, esse índice era superior a 1%. Desde então, a indústria de cloro-álcalis tem aprimorado cada vez mais seus processos de gestão desde o transporte até a entrega no destinatário, a fim de minimizar riscos no transporte de produtos químicos. As empresas associadas à Abiclor investem massivamente em conscientização e treinamento de colaboradores para garantir a segurança no transporte.

“A meta de todos os segmentos envolvidos na produção, distribuição, transporte e usuários de seus produtos é chegar ao indicador zero”, afirma Nelson Felipe, da Abiclor.

Ele destaca que o índice de 0,22% atingido em 2020 é resultado do trabalho de prevenção de acidentes desenvolvido pelas empresas, nas etapas de treinamento, capacitação e conscientização dos motoristas, além de investimentos em tecnologia através de rotogramas falados e sistema de rastreamento eficiente, além de manter uma frota com idade média bem reduzida. “A segurança preventiva é fundamental no transporte dos produtos do segmento cloro-álcalis”, afirma Felipe.

Para reduzir o número de acidentes com produtos químicos, a regulamentação brasileira sobre o transporte de produtos perigosos em rodovias é baseada nas recomendações do Comitê de Peritos em Transporte de Produtos Perigosos das Nações Unidas. Agentes da indústria contribuem com os órgãos públicos para aprimorar e adaptar essas recomendações à realidade nacional.