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Brasil é ouro na Olimpíada Ibero-americana de Química, em El Salvador

O Brasil manteve a sua hegemonia  na XXIII Olimpíada Ibero-americana  e conquistou quatro medalhas – duas de ouro, uma de prata e outra de bronze – no torneio internacional  disputado entre os dias 21 e 28 de setembro, em El Salvador.

Vinicius Armelin, de São Paulo, e Orisvaldo Salviano (Ceará) ficaram com as medalhas de ouro e João Victor Pimentel e Ivna de Lima, ambos também do Ceará, ganharam prata e bronze, respectivamente.

“O Brasil continuou na primeira posição, entre os 18 países participantes, o que serve de estímulo para outros jovens interessados em Química,” afirma o coordenador geral da Olimpíada Brasileira de Química (OBQ), professor Sérgio Melo.

O desempenho brasileiro nos torneios internacionais de Química tem sido um sucesso, com resultados cada vez melhores. Os quatro vencedores da OBQ Ibero-americana  já tinham conquistado, em julho, na República Tcheca, as primeiras medalhas de ouro numa Olimpíada Internacional de Química.

Participaram do torneio 18 países, representados por 64 estudantes. Cada país concorre a medalhas com uma equipe de até quatro estudantes, não universitários, com idade inferior a 19 anos, que passam por um processo seletivo criterioso.

O Programa Nacional Olimpíadas de Química tem como um de seus primeiros patrocinadores a Associação Brasileira de Álcalis, Cloro e Derivados (Abiclor) juntamente com o Conselho Regional de Química – 4a. Região.

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