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Falta de saneamento favorece contribui epidemia de febre amarela, diz pesquisador

O saneamento ambiental é fundamental para evitar a proliferação de doenças como a febre amarela, segundo o professor do Departamento de Medicina da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Bernardino Alves Souto, que conversou com o Revista Brasil sobre a importância do saneamento ambiental para evitar a proliferação de doenças.

Em entrevista à Revista Brasil, ele disse que situações como a da proliferação do vírus da febre amarela que a vacina “é de excelente qualidade e bastante segura”. A epidemia, contudo, também deve ser encarada como o resultado  de um desequilíbrio ecológico importante determinado, em parte, pela ausência de uma política de saneamento adequada.

“O nosso sistema de coleta e destinação de lixo e de drenagem de águas urbanas é extremamente atrasado, obsoleto”, afirma. “Então nós temos que fazer investimentos estruturais nessas questões para que a gente possa realmente combater com eficácia essas doenças, porque, de outro modo, a tendência do cenário epidemiológico é piorar.”

Na entrevista, Bernardino cita a importância de investimentos estruturais para a reforma dos sistemas nacionais de saneamento, ao invés de somente em campanhas de medidas paliativas contra a proliferação de mosquitos transmissores de doenças. Para ele, ao menos uma usina de reciclagem de lixo em cada município seria fundamental para controlar o consumo desenfreado e descuidado de água da população.

Confira a entrevista na íntegra:

Fonte: Rádio Agência Nacional/EBC.

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