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Produção de cloro e soda fica estável de janeiro a julho

A taxa de capacidade instalada teve variação negativa nos primeiros sete meses do ano

A indústria brasileira de cloro produziu nos primeiros sete meses de 2017 688,1 mil toneladas, praticamente o mesmo volume registrado em igual período do ano passado. No caso da soda cáustica, a produção acumulada de janeiro a julho apresentou leve queda, de 0,20%, para  754,0 mil toneladas, comparado ao mesmo intervalo de 2016.

As vendas de soda cáustica no mercado interno recuaram 0,8% sobre os primeiros sete meses do ano anterior. As vendas totais de cloro, por sua vez,  foram 3,9% menores no mesmo período.

A taxa de utilização da capacidade instalada mostrou ligeira variação negativa entre janeiro e julho, de 0,20%, atingindo 77,4%, na comparação com o mesmo período de 2016.

“O fato de estarmos praticamente no mesmo patamar de 2016, que foi um ano ruim para o setor, significa que ainda estamos vivendo um período difícil para a indústria”, afirma o  presidente da Abiclor, Alexandre de Castro.

Cloro, soda cáustica e seus derivados são utilizados em larga escala para a produção de diversos produtos de uso industrial, sendo matéria prima fundamental para a produção de papel e celulose, alumínio, produtos químicos de uso industrial, indústria siderúrgica, produtos de higiene e limpeza, indústria farmacêutica, indústria automobilística, indústria têxtil, construção civil, alimentos e bebidas, tratamento de água e saneamento, entre outros.

 

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