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Produção de cloro recua 2,3% em janeiro e fevereiro

Após a melhora pontual registrada em janeiro, a produção brasileira de cloro voltou a ficar negativa no período de janeiro e fevereiro.  No bimestre, a produção foi de 196,1 mil toneladas, redução de 2,3%, ante igual intervalo de 2016. Em relação à soda cáustica, a produção atingiu 215,4 mil toneladas, queda de 2,8% em relação aos primeiros dois meses de 2016, informa a Associação Brasileira das Indústrias de Cloro, Álcalis e Derivados (Abiclor).

A taxa de utilização da capacidade instalada foi de 79,8%, ou seja, 0,7% inferior ao mesmo período de 2016, ainda longe da média histórica do setor, que é de 87%.

Para o presidente da Abiclor, Alexandre de Castro, o setor deve continuar operando com capacidade ociosa devido ao lento processo de recuperação da economia esperado para este ano.

As vendas internas de soda cáustica recuaram 1,7%  em janeiro e fevereiro, para  184.214  toneladas, sobre igual período de 2016. Mas as vendas totais aumentaram 3,5%, impulsionadas pelas exportações, atingindo 12.973 toneladas.

Já em relação ao cloro, as vendas totais registraram queda de 6,5%, comparado a janeiro e fevereiro do ano anterior.

O cloro e a soda são utilizados em diferentes indústrias como metalurgia e siderurgia, papel e celulose, alumínio, têxtil, sabões e detergentes,  alimentos e bebidas, tratamento de água, entre outras.

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