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Abiquim defende mudanças nas políticas para indústria química

O presidente do Conselho Diretor da Associação Brasileira de Indústria Química (Abiquim), Marcos de Marchi, defendeu mudanças nas políticas para a indústria química, que, junto com a economia do País, tem enfrentado dificuldades. “É importante a inserção da indústria química no projeto de longo prazo  para a produção de energia. A produção industrial não pode ser onerada pelos subsídios ao consumo”, disse durante o 21º Encontro Anual da Indústria Química (Enaiq), realizado na última sexta-feira, 2, em São Paulo.
Ele também defendeu uma política industrial de combate à importação ilegal e ao dumping. O executivo citou que a previsão de investimentos do setor até 2020 é marginal. Segundo a Abiquim, os investimentos programados até 2020 são de US$ 4,1 bilhões. Outra preocupação apontada é a baixa utilização de capacidade no setor, que deve encerrar 2016 em 80%, ante 78% em 2015.
No mesmo evento, o ministro das Relações Exteriores, José Serra, disse que vai sugerir ao presidente Michel Temer a criação de “um setor para cuidar da indústria química”. “Sou a favor de criar um setor para cuidar da indústria química. Seria na área do Mdic (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços), não na do Itamaraty”, afirmou no encerramento do Enaiq, segundo informações do jornal Valor Econômico.
Serra admitiu, no entanto, que a criação dessa área no governo poderia gerar pressão de outros setores, pois se “dá para um, também tem que dar para outro, mas cada problema no seu momento”. Ele afirmou que vai conversar com o presidente Temer e com o ministro Marcos Pereira, do Mdic, Marcos Pereira, sobre o assunto.

 

Fontes: Jornal DCI e Valor Econômico

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