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Brasil conquista ouro, prata e bronze em Olimpíada Iberoamericana de Química

Mais uma vez os estudantes brasileiros estiveram entre os premiados  num torneio internacional de Química. A delegação que participou da XXI Olimpíada Iberoamericana de Química 2016, em Bogotá, na Colômbia, em setembro, trouxe para casa medalhas de ouro, prata e bronze.

O paulista Vitor Gomes Pires conquistou medalha de ouro.  Ganharam medalhas de pratas o também paulista Pedro Seber e Silva e o cearense  Gabriel Ferreira Gomes Amgarten.  Davi Oliveira Aragão, também do Ceará, ficou com a medalha de bronze.

Participaram do torneio 17 países, representados por  64 estudantes. Cada país concorre a medalhas com uma equipe de até quatro estudantes, não universitários, com idade inferior a 19 anos, que são escolhidos em processo seletivo de abrangência nacional.

“Os bons resultados alcançados nos torneios internacionais de Química se deve ao talento e a competência dos estudantes e é também resultado do trabalho que vem realizado há anos pelos professores e pela organização da Olimpíada Brasileira de Química, afirma o e coordenador geral da Olimpíada Brasileira de Química (OBQ),  professor Sérgio Melo.

Segundo o professor Melo,  o principal objetivo das Olimpíadas de Química, além de valorização dessa ciência, é identificar jovens com talento para a Química, objetivando a formação de quadros de excepcional qualidade.

É bom lembrar que recentemente, em julho, todos os quatro estudantes que representaram o Brasil na 48th International Chemistry Olympiad (IChO-2016) em Tbilisi, Georgia,  ganharam medalhas, superando o desempenho de estudantes da Alemanha, França, Itália e Grã-Bretanha, Holanda, Espanha, Portugal entre outros.

A Abiclor é  uma das primeiras patrocinadoras do evento, juntamente com o Conselho Regional de Química.  Há 12 anos a Abiclor patrocina o evento.  A Abiquim também co-patrocina o Programa, que é organizado pela Associação Brasileira de Química (ABQ) com apoio oficial do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação e da Educação, além de outras instituições privadas.

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