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Brasil registra 165,9 mil infecções por zika em 2016

O Brasil já registrou 165.932 casos prováveis de febre pelo vírus da zika no Brasil em 2016, até o dia 11 de junho, segundo novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado nesta segunda-feira, 18, pelo programa Bem Estar, da TV Globo.  No período de duas semanas, desde a divulgação do último boletim, forma registrados no País 4.691 novos casos de zika.

Não houve novas mortes de adultos pelo vírus da zika desde o último boletim. Neste ano, houve apenas uma morte registrada no Rio de Janeiro. No ano passado, foram três  mortes.

A Bahia concentra o maior número infecções causadas pelo vírus – 46.427 casos -, seguido pelo estado do Rio, com 46.027 casos.

Já a região com maior taxa de incidência de zika é a Centro-Oeste, com 163,5 para cada 100 mil habitantes.

Até 11 de junho, o País tinha registrado 1.345.286 casos prováveis de dengue.

Dengue

O ano de 2015 foi recordista em casos de dengue: 1.649.008 casos, maior número registrado na série histórica, iniciada em 1990.

As regiões Centro-Oeste e Sudeste têm as maiores taxas de incidência de dengue: 949,9 casos por 100 mil habitantes e 940,6 casos por 100 mil habitantes respectivamente.

Em 2016, foram confirmadas 318 mortes por dengue e 511 casos de dengue grave. Apesar de o número de casos da doença estar quase tão alto quanto no ano passado, o número de mortes diminuiu 57,7% em relação a 2015.

Chikungunya

Foram 137.808 casos prováveis de chikungunya até 11 de junho. Em duas semanas, desde o último boletim, foram registrados 15.046 novos casos.

A região com maior taxa de incidência da infecção foi o Nordeste, com 213,2 casos por 100 mil habitantes. Só este ano, foram confirmadas 17 mortes por chikungunya, principalmente entre idosos. A mediana da idade das vítimas foi de 69 anos.

Em 2015, o País tinha registrado 38.332 casos prováveis de febre de chikungunya.

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